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ECONOMIA - PERU

O Incas, guerilla sangrento, um expresidente da república de origem Japonesa. São algumas das imagens que vêm imediatamente ao espírito para o Peru. Imagens frequentemente enganosas. A calma retornou no país. A paz com o Equador definitivamente tem sido concluída ao Outono 98, o que deveria permitir a comunidade à comunidade Andina (que agrupa a Venezuela, a Colômbia, o Equador, o Peru e a Bolívia) chegar a instaurar um mercado comum, previsto para 2005.
Por outro lado, um acordo de associação está em cursos de negociação entre os países da comunidade Andina e os da união Europeia. Por último, o spéctaculaire património arqueológico peruano atrai de novo os turistas (+16% em Janeiro de 1999) e os investidores assim como o grupo Accor que deve construir um Novotel à Cuzco.

No plano económico, o país restabelece-se após um ano 1998 particularmente sombrio. As exportações Peruanas diminuíram de 16,5% o ano passado. O fenómeno climático GR Nino fez de reduzir de 58% os rendimentos da pesca, releguant em 1998 este recurso ao terceiro lugar (11%) das exportações Peruanas, de trás o ouro e o cobre.
As crises asiáticas (24% das trocas) e Brasileiras (4% das trocas) pesaram igualmente sobre as trocas externas.
Além disso, se o sistema de câmbio flutuante do solo dopar a competitividade dos produtos Peruanos e dissuadir qualquer fuga maciça de capitais, agravou a dívida externa do país bem como a do sector privado, formulada essencialmente em dólares.
No entanto, as autoridades de Lima registam vários pontos positivos. Os indicadores macroéconomiques são todos os: as reservas de câmbio são confortáveis (13 meses de importações), a inflação antes sábia (+6,1% em 1998 e 6% considerandos em 1999), o PIB em ligeiro aumento (+3% de acordo com o FMI em 1998).
Austeridade e créditos banquaires internacionais
Os resultados do primeiro semestre 1999 estão nítida melhoria relativa à pesca, a agricultura e as minas (com, em 2002, a perspectiva da abertura de Antamina, mais a grande mina de cobre e zinco do mundo). O governo Peruano espera retirar um lucro substancial das privatizações programadas em 1999 (800 milhões de dólares). Por último, as autoridades propõem-se prosseguir uma política fundada sobre a austeridade. Assinaram mesmo um terceiro acordo com o FMI que cobre o período 1999-2002. Em troca da manutenção do rigor (severo controla despesas públicas, política monetária cuidadosa, taxa de câmbio flexível do solo, de reformas estruturais, etc.), o Peru ver-se-á atribuir crédito pelo Banco Mundial (500 milhões de dólares), o banco interamericaine de desenvolvimento (500 milhões de dólares) e o Eximbank Japonnaise. Os capitais permitirão de reestruturar a dívida das empresas, relançar a economia, lutar contra a pobreza e tranquilizar os investidores estrangeiros. Três países monopolisent os dois terços dos investimentos: a Espanha (32,6%), os Estados Unidos (20,6%) e o Reino Unido (13,8%). O peso britânico tem à utilização dos paraísos fiscais das Antilhas Ingleses pelas empresas multinacionais, incluindo francesas. Por seu lado, os investimentos Franceses são que mais modestos (1% dos investimentos estrangeiros).

 
 
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