A
Nicarágua, com o Honduras, foi um dos países
mais tocados pelo furacão Mitch no fim do mês
de Outubro de 1998. Antes das inundações provocadas
pelo furacão, houve a seca ao efeito climático
del Niño em 1997. Além dos prejuízos
pessoais e as infra-estruturas, a catástrofe destruiu
as colheitas o que é desastroso para um país
como a Nicarágua cuja principal actividade económica
é a agricultura. O país estêve falta de
alimentos e o desequilíbrio do seu comércio
externo interrompeu o seu processo de recuperação
económico e provocou uma inflação importante.
Principais os produtos agrícolas são o milho,
o sorgo e os feijões. Além disso a Nicarágua
exporta algodão, café, açúcar,
bananas e carne. A agricultura emprega os dois quintos da
população mas representa um quarto do Produto
Interno Bruto do país. Embora principais os sectores
industriais nationalisés após a revolução
de 1979, outra vez foram privatizados partir de 1990, sob
a Presidência de Violeta Chamorro. A partir da sua chegada
ao poder, os Estados Unidos retiraram as sanções
económicas que eram impostas ao regime sandiniste,
e a mais a Nicarágua obteve ajudas financeiras do FMI
à condição de adoptar um programa de
reajuste económico. A indústria nicaraguense
é baseada na transformação de matérias
primas, como o açúcar refinado, os produtos
derivados do petróleo, os produtos químicos,
cigarros e charutos, artigos pele, têxteis, em cimentos
e plásticos. Mais gordas as riquezas da sua pequena
indústria mineira são o ouro, o cobre e o dinheiro.
Além dos produtos agrícolas já citados,
a Nicarágua exporta do ouro e os têxteis. Por
outro lado, importa minerais, combustíveis, produzidos
para a sua indústria e dos bens de equipamentos para
o transporte. Os seus principais parceiros comerciais são
os Estados Unidos (30,2% das suas importações
e 41,9% das suas exportações), o México,
a Espanha, o Salvador, o Chile, o Canadá, a Alemanha,
a Taiwan e o Japão. A Nicarágua é membro
do Mercado comum da América Central, o Banco Interaméricaine
de Desenvolvimento e acaba de assinar um tratado de livre
comércio com o Chile.