A guerra civil (que se terminou em 1992),
as secas e inundações e a passagem do furacão
Mitch em 1997 causaram graves prejuízos à economia
agrícola e de criação do Salvador. A
partir dos acordos de paz, a economia beneficiou de um crescimento
substancial entre 5 e 6%. Em 1997, a inflação
era de 1,9% e o ano de acordo com ela manteve-se à
2,5% com um crescimento económico de 4%. A melhoria
económica baseou-se fundamentalmente na exportação
de produtos não tradicionais e os investimentos estrangeiros
nos sectores privatizados pelo governo como as telecomunicações
e os sectores da energia. Os principais rendimentos provêm
da exportação do café. Principais os
produtos agrícolas produzidos pelo país são
o algodão, a bengala à açúcar,
o milho, os feijões, o arroz e recentemente os camarões
cinzentos e a mel. A indústria transformadora é
mais importante da América Central com a produção
de sapatos, de têxteis, de artigos em couro e de produtos
farmacêuticos. As necessidades energéticas estão
cobertas pela produção de hidroelectricidade
e à importação de petróleo. No
sector dos serviços, o Salvador tenta recuperar o turismo
que desapareceu devido guerra à civil. Contra todo,
uma das principais entradas de divisas no país provem
dos salvadorenhos que trabalham nos Estados Unidos e que enviam
as suas economias no Salvador. O país é membro
do Mercado Comum da América Central e depende fortemente
da ajuda dos Estados Unidos e os empréstimos do Fundo
Monetário Internacional. Foram concedidos em troca
da aplicação da política de reestruturação
económica baseada na descentralização
e a liberalização do mercado. Os Estados Unidos
são principal o parceiro comercial seguido do Guatemala,
a Espanha, da Alemanha e o Japão.