A economia, controlada pelo estado, é
fundamentalmente agrícola. A principal cultura é
a bengala à açúcar, a Cuba é o
primeiro exportador mundial de açúcar. A queda
dos preços do açúcar (e das outras matérias
primas) nos anos 80 e 90 obrigou uma diversificação
da produção. O tabaco e os citrinos trazem bons
rendimentos à economia. A indústria é
consagrada em parte ao tratamento dos produtos agrícolas
e produz igualmente cimento, adubos, o do têxtil, os
edifícios pré-fabricados, as máquinas
agrícolas e os produtos de consumo doméstico.
A indústria do turismo está cheio crescimento
e é uma fonte vital para a entrada das divisas; é
para aquilo que o governo investiu imensamente para criar
uma infra-estrutura necessária. O gordo problema da
economia cubana é o bloqueio comercial imposto pelos
Estados Unidos, em 1998 com a lei Helms-Burton que prejudica
as companhias estrangeiras que fazem o comércio com
a Cuba, o que complicou as relações comerciais.
As limitações impostas ao comércio externo
e a queda da antiga União Soviética têm
intensificado os problemas da economia cubana nos últimos
anos. As reformas recentes do controlo do estado sobre a economia
com a criação de zonas dedicadas à exportação
aliviaram em certa medida a situação. A Argentina,
o Canadá, a China e a Espanha são principais
os parceiros comerciais da Cuba.